ARTE ALGARVE é um novo movimento de arte para promover artistas nacionais e internacionais, que se baseia em quatro pilares:
1. De 26 a 28 de Junho na ExpoAlgarve Loulé, realizar-se-á um festival de arte, a ARTE ALGARVE.
2. Inaugurámos a nossa primeira GALERIA ARTE ALGARVE em Monchique há poucas semanas e iremos abrir uma segunda galeria em Loulé dentro das próximas duas semanas. Estas galerias servem para expor as obras dos artistas que participem no festival.
3. Em Junho iremos lançar a página www.artealgarve.net. Os artistas que participem na feira terão a possibilidade de ter neste site a sua própria página com um link para a sua página web.
4. Iremos também publicar o catálogo ARTE ALGARVE. Junto com a página web será uma óptima referência para artistas no Algarve e em Portugal.
Anunciámos a feira ARTE ALGARVE há quatro semanas e já recebemos 47 inscrições de pintores, escultores e fotógrafos. Todos os dias há mais artistas a juntar-se este movimento.
Participando neste projecto, estará a contribuir para tornar o Algarve e Portugal mais conhecido como um país rico em arte contemporânea. Pelo preço acessível de 195 € mais IVA pode fazer parte deste movimento. Este é o preço para um espaço de 4 m x 3.5 m na feira. O pacote que inclui a feira, a página web e o catálogo custa somente 425 € mais IVA.
Estamos a organizar uma grande campanha publicitária e esperamos milhares de visitantes nacionais e internacionais, que certamente ficarão impressionados com a variedade única de arte que haverá nesta feira! Os lucros obtidos com a venda das peças serão somente para os artistas, uma vez que não serão cobradas comissões.
Todos os artistas que queiram participar na feira serão convidados a visitar a ExpoAlgarve daqui a aproxidamente quatro semanas.
Qualquer dúvida não hesite em contactar Rolf Osang 968067607 (Inglês) ou Johanna Gloekler (Português e Alemão) 965291274 ou envie um email a rolfosang@gmail.com.
Pode ainda preencher a última página da Broschura em anexo e enviá-la de volta. Receberá depois uma confirmação da nossa parte.
Sérgio Telles A Pintura da Coerência
ERROL FLYNN GALERIA DE ARTE REALIZA EXPOSIÇÃO E LANÇAMENTO DE LIVRO DO ARTISTA PLÁSTICO SÉRGIO TELLESA Errol Flynn Galeria de Arte, em Belo Horizonte (MG), promoverá no dia 29 de abril (quarta-feira) o lançamento do livro “Sérgio Telles A Pintura da Coerência”, que reúne uma parte da obra do artista, como pinturas das cidades mineiras Ouro Preto, Mariana, Diamantina e Serro, além de alguns países como Portugal, França, Tunísia, Líbano e Malásia. O livro de 18 páginas mescla as obras de Sérgio Telles com poemas de Carlos Drummond de Andrade, consagrando uma harmonia entre obra e poesia, num jogo de cores, paisagens e palavras. Um dos poemas que estarão no livro, ‘Festa no Mangue’, foi criado especialmente por Drummond para uma série de águas-fortes realçadas à aquarela e têmpera pelo pintor.
Esse lançamento também marca o início de exposição no local– que se estenderá até o dia 23 de maio – com quadros de Sérgio Telles. Os preços variam entre R$ 4.500 e R$120.000. Algumas telas não estarão à venda. A entrada será gratuita. A curadoria é do jovem galerista Bruno Reis, que recebeu o convite devido ao seu extenso trabalho de pesquisa sobre a obra de Sérgio Telles. Ele mergulhou, durante quatro anos, pelas profundezas e belezas dos traços do artista brasileiro.
Sérgio Telles é considerado por críticos de arte um dos grandes artistas da atualidade. Já participou de exposições em vários países e possui obras em aproximadamente 30 museus espalhados pelo mundo. Abraçou a profissão de diplomata, sem perder a essência artística, que o possibilitou morar e conhecer diversos países. Aproveitou para retratar os locais por onde passou.
O nome do livro “Sérgio Telles A Pintura da Coerência” foi baseado em uma crítica escrita por Oscar D’Ambrósio, membro da Associação Internacional de Críticos de Arte, intitulada “Sérgio Telles A Pintura da Coerência”. O crítico diz sobre Sergio Telles que “...ele apresenta o seu trabalho com uma coerência interna admirável: pinceladas geralmente largas, pessoas sem rosto e criação de climas urbanos de intensa luminosidade ganham destaque”. (São Paulo, 2006).
As pinturas de ateliers são marcantes também no trabalho do artista. Oscar D’Ambrósio, no mesmo texto, diz que “Parece estar nessas criações a busca pelo segredo da criação. O ambiente do criador diria muito do artista? Sem dúvida, lá estão boa parte das matrizes que levam cada um a pintar”.
Sergio Telles
Sérgio Telles nasceu em 1936, no Rio de Janeiro, e começou a pintar aos nove anos na Quinta da Boa Vista, orientado pelo paisagista Levino Fânzeres. Em 1954, participou, pela primeira vez, de um Salão de Belas Artes, agraciado com uma viagem à Bahia. No ano seguinte, realizou sua primeira exposição individual na galeria de arte da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Em 1957, Sérgio Telles viajou pela primeira vez para a Europa, e visitou os principais museus na Itália, França, Bélgica, Espanha, Holanda, Portugal e estagiou nos serviços de restauração da Pinacoteca do Vaticano. Depois de seu retorno ao Brasil, trabalhou nos ateliês de Rodolfo Chambelland, Oswaldo Teixeira e Marie Nivouliès de Pierrefort, no Rio de Janeiro. Em 1964, ingressou no Ministério das Relações Exteriores por concurso público e, como diplomata, exerceu diversas funções em Portugal, Argentina, Síria, Angola, Japão, França, Malásia, Líbano, Suíça, Tunísia e Iraque.
Em 1991, Sérgio Telles foi convidado a participar do WAF – “World Art Forum”, em Veneza, com Jorge Amado, José Mindlin, Olavo Setúbal, Gilberto Gil e outras personalidades mundiais: Rufino Tamayo, De Kooning, Robert Rauschenberg, Carlos Fuentes, Octávio Paz, Ingmar Bergman, Costa-Gravas, Francis Coppola, Plácido Domingo, além de Ministros da Cultura, como Jack Lang, da França. Em 1992, figurou na exposição “Natureza: Quatro Séculos de Arte no Brasil”, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro; curadoria de Jean Boghici e Wilson Coutinho.
A obra de Sérgio Telles, desenhos, aquarelas, gravuras e pinturas realizadas naqueles países (paisagens urbanas, marinhas, mercados, bailes populares, interiores de seus ateliês) figura em museus importantes como o Carnavalet, o Beaubourg, o de Arte Moderna de Paris, Grenoble, Bordeaux, Lyon, Rouen e Marselha, o Petit Palais de Genebra, o Hermitage de São Petersburgo, o Pouchkine de Moscou, o MASP e a Pinacoteca de São Paulo, o Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, a Fundação Gulbenkian e o Museu de Lisboa, o Bridgestone de Tóquio, o Albertina de Viena e o Palácio Kheireddine de Túnis.
Suas principais exposições foram organizadas por alguns desses museus e pelas galerias Wildenstein de Londres, Tóquio e Buenos Aires, Bernheim Jeune, « La Cave » e Claude Marumo em Paris, Perron em Genebra, Jean Boghici no Rio de Janeiro, Renato Magalhães Gouvêa em São Paulo, S. Mamede em Lisboa, Nuno Lima de Carvalho no Estoril, Fujikawa em Tóquio e Osaka, Stuker em Zurique, Hamadi Chérif Fine Art em Sidi Bou Saïd, Tunísia, e Arte 57 em São Paulo.
Textos sobre a pintura de Sérgio Telles foram escritos por críticos de arte e intelectuais como Bernard Dorival, Gaston Diehl, Raymond Cogniat, Arnaud d’Hauterives, Pierre Courthion, Pierre Seghers, Henri Dauberville, Jeanine Warnod (Paris), François Daulte (Lausanne), Antonio Bento, Jorge Amado, Olivio Tavares de Araujo, Ferreira Gullar, Fabio Magalhães, Carlos Drummond de Andrade, Mario Barata, Clarival do Prado Valladares, Ítalo Campofiorito, Fernando Morais, Oscar d´Ambrosio, José Roberto Teixeira Leira, Jacob Klintowitz, Gilberto Gil, Rachel de Queiroz (Rio e São Paulo), Gyorgy Sebestyén, Viena, Antonio Valdemar, José Carlos Vasconcellos, Fernando Namora (Lisboa), Rafael Squirru, Cesar Magrini, Eduardo Baliari, Sigmart Blum (Buenos Aires), Chisaburo Yamada, Yasuo Kamon (Tóquio). Estudos publicados em livros, álbums de gravuras e catálogos de suas exposições na França, Brasil, Suíça, Argentina, Portugal, Tunísia e Japão.
Museus e bibliotecas internacionais que possuem suas obras
Masp - Museu de Arte de São Paulo; Carnavalet, Nacional de Arte Moderna; Arte Moderna da Cidade de Paris, Grenoble, Lyon, Rouen, Limoges, Bordeaux, Caen, Cantini, Marselha; Grão Vasco, em Viseu; Nacional Soares dos Reis, Porto, Évora e Lisboa; Petit Palais, Genebra; de Arte Moderna e Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro; Arte Moderna, Buenos Aires; Arte Moderna, Kobe; Bridgestone, Tóquio; Pouchkine, Moscou; Hermitage, São Petersburgo; Fundações Calouste Gulbenkian, Lisboa, Paris, e Fundação Hermitage em Lausanne; Galeria Nacional, Kuala Lumpur, Malásia; Graphischem Sammlung Albertina, Viena; Museu de Túnis e as Bibliotecas Nacionais de Paris, Tóquio, Rio de Janeiro e Lisboa.
Bibliografia
I – LIVROS
Encontro, textos dos mais importantes escritores brasileiros e portugueses ilustrado com desenhos e quadros de Sergio Telles, Ed. Centro do Livro Brasileiro, Lisboa, 1970; Sergio Telles, texto de Henry Dauberville, Ed. Galerie Bernheim- Jeune, Paris, 1971; Porto Seguro recriado por Sérgio Telles, textos de Jorge Amado, Jeanine Warnod, Luiz Viana Filho e Sergio Telles, Ed. Wildenstein-Bolsa de Arte, 1976; Sergio Telles ou l’impatience du pinceau, texto de Pierre Courthion, Ed. Wildenstein, Londres, 1978; Sergio Telles, texto de Antônio Bento, Ed. Leo Christiano, Rio de Janeiro, e Bibliothèque des Arts, Lausanne, 1983; Porto Seguro, Ed. Record, Rio de Janeiro, por ocasião da exposição no Museu Petit Palais, Genebra, 1986; Rio de Janeiro, Ed. Record, textos de Antônio Bento, Rubem Braga, Marcus de Lontra Costa, Alcídio Mafra de Souza, Ítalo Campofiorito, Frederico Morais e Sergio Telles, Rio de Janeiro, 1987; Sérgio Telles Viagens, Ed. Galeria Renato Magalhães Gouvea, textos de Renato Magalhães Gouvea, Mário Carelli, Óscar Lopes e Sergio Telles, São Paulo, 1992; Paris, Ed. Record, textos de Ferreira Gullar, Michel Levêque, Raymond Cogniat, Antônio Houaiss, Rachel de Queiroz, Fábio Magalhães, Jean Boghici, Jean-Daniel Mandica, Arnaud D´Hauterives, Bernard Dorival e Joaquin-Francisco Coelho, Rio de Janeiro, 1994; Malaysia, a touch of the sun, Ed. Times, textos de Cláudio Telles, José Roberto Teixeira Leite, Ferreira Gullar, Francisco Javier Ybarra e Ooi Kok Chuen, Kuala Lumpur, 1996; A Passionate Traveller, Ed. Lori & Kristy Fine Arts "The Treasures", textos de Niki Gifford e Gaston Diehl, Singapore, 1997; Sergio Telles: Paris Malaisie, Ed. Embaixada da França em Kuala Lumpur, texto de Edouard Braine, 1998; Portugal, gentes, cores, saudades, Ed. Record (Rio de Janeiro et São Paulo), 2000, textos de José Blanco, José Carlos de Vasconcelos, Antônio Valdemar, Sergio Telles, Jorge Amado, Fernando Pamplona, Antônio Bento, Ferreira Gullar, Cláudio Telles, Nuno Lima de Carvalho e Joaquim Francisco Coelho; “Carnets de voyage”, Portugal, 2002, et Liban, 2003, Ed. Artémoin, Paris; Sergio Telles en Tunisie 1986-2006, Ed. Simpact, textos de Gilberto Gil, Mohamed El Azziz Ben Achour, Gaston Diehl, Abbès Mohsen, Francisco J. Carrillo, Bady B. Naceur, Nizar Bahoul, Hamadi Abassi, Adeel Latrech, Yusra Diba, Cláudio Telles, Nadia Zouari, Fathi Chargui, Olívio Tavares de Araújo e Sergio Telles, Tunis, 2006; “Um Passeio pela Arte Brasileira, Errol Flynn Galeria de Arte, Brasília/DF, 2006..
II- ÁLBUMS DE GRAVURAS ILUSTRADOS POR SERGIO TELLES
Póvoa de Varzim, serigrafias, texto "Os Pescadores" de Raul Brandão, Ed. Wildenstein-Julio Pacello, Buenos Aires, 1973; Há quanto tempo Portugal, águas fortes, poema de Alvaro de Campos (Fernando Pessoa), Ed. Wildenstein-Julio Pacello, Buenos Aires, 1973; A Festa do Mangue, águas fortes, poema de Carlos Drummond de Andrade, Ed. Wildenstein, Londres, 1978; Lumières des Sables, águas fortes, texto de Jean Dominique Rey, Ed. Wildenstein, Julio Pacello, Londres, 1978; Le Café Hawelka, litografias, texto de György Sebestyén, Ed. Galerie Würthler, Viena, 1981.
III - CATÁLOGOS DE EXPOSIÇÕES
Paysages du Portugal, Fondation Calouste Gulbenkian, Paris, 1971, textos de Jorge Amado, Henri Dauberville, Oscar Lopes, Fernando de Pamplona e outros; Galeria Wildenstein, Buenos Aires, 1972, textos de Henry Dauberville, Jorge Amado e Rafael Squirru; Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1973, textos de Pedro de Magalhães Padilha, Jorge Amado, Artur Maciel e Aldo Galli; Mangue, Ruas, Retratos, Bolsa de Arte do Rio de Janeiro, 1975, textos de Raymond Cogniat e Clarival do Prado Valladares; Sergio Telles: voyage au pays de Protée, Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 1976, texto de César Magrini; Galerie La Cave, Paris, 1977; Galerie Wildenstein, Tóquio, 1980, textos de Yasuo Kamon, François Daulte, Gaston Diehl e Bernard Dorival; Exposição Itinerante pelo Japão, 1980, textos de Pierre Courthion, François Daulte, Yasuo Kamon e Bernard Dorival; Musée Carnavalet, Paris, 1982, textos de Jorge Amado, Bernard de Mongolfier, Sergio Telles, Pierre Courthion, Pierre Mazars, Pierre Seghers, François Daulte, Gaston Diehl, Bernard Dorival; Le Japon, Galerie La Cave, Paris, 1982, Ed. du Perron; Galeria Jean Boghici, Rio de Janeiro, 1983, textos de Gerardo Mello Mourão, Pierre Courthion, Pierre Seghers, Bernard Dorival; Rio de Janeiro visto por Sergio Telles, Rio de Janeiro, 1986, Galeria Olívia Kann, texto de Rubem Braga;Viagens, retrospectiva no Museu de Arte de São Paulo (MASP), 1988, textos de P.M. Bardi, Fernando Namora, Chisaburo Yamada, Maurice Pianzola e Yasuo Kamon; Galeria São Mamede, Lisboa, 1988, texto de Fernando Namora;Retrospectiva, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1988, texto de José Sommer Ribeiro, Gaston Diehl, Fernando Namora e Sergio Telles; São Paulo visto por Sergio Telles, São Paulo, 1988, Galeria Renato Magalhães Gouvêa;Galeria Bonino, Rio de Janeiro, 1989, texto de Sergio Telles, Rio de Janeiro, 1989; Galerie du Perron, Genebra, 1989, textos de Gaston Diehl e Maurice Pianzola;Voyages, Galerie Claude Marumo, Paris, 1990, textos de Pierre Seghers, Gaston Diehl, Mario Carelli, Bernard de Mongolfier; Hommage à la Tunisie, Tunis, 1990, Galerie de la Culture et de l’information, textos de Gaston Diehl e Manuela de Azevedo; Portugal na obra de Sergio Telles, Estoril, 1991, textos de Nuno Lima de Carvalho, Oscar Lopes, Antônio Valdemar, Joaquim-Francisco Coelho, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado e Sergio Telles; Renato Magalhães Gouvêa, São Paulo, 1994; Galeria Belas Artes, Rio de Janeiro, 1994, texto de Ferreira Gullar; Os ateliers do viajante, retrospectiva no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1995, textos de Marcus de Lontra Costa, Cláudio Telles e José Roberto Teixeira Leite; Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG),1995, texto de Ferreira Gullar e cartas entre Sergio Telles e Carlos Drummond de Andrade; Liban Lumières, Artuel, Foire Internacional d´Art Contemporain, Beirute, 2000, textos de Maurice Pianzola e Gaston Diehl; Musée de la Ville de Tunis, Ed. Simpact, Tunis, 2004; Ruas e ateliers de Sergio Telles, Galeria Arte 57, São Paulo, 2005.
Exposição FIGURAÇÕES

A Colorida Galeria de Arte inaugura no dia 24 de Abril, Sábado, pelas 19:00, a exposição "FIGURAÇÕES", da artista brasileira Raquel Reis.
As cores e as formas são os principais elementos nas pinturas da artista. Quando se pensa em obras de artistas célebres, é difícil não lembrar de criações a partir da figuração humana. Trabalhar com imagens que se referem a formas que existem no mundo real e ao mesmo tempo não figurar o mundo de forma realista, é uma prática para poucos. Raquel Reis faz parte de um selecto grupo de artistas que consegue inovar tendo como inspiração a figura humana. A proposta da artista alarga o conceito de retrato através de novos horizontes de representação do corpo, constitui um conflito entre o abstraccionismo e a figuração.
Raquel Reis nasceu no Rio de Janeiro, actualmente vive e trabalha em Nova Friburgo. A artista expõe regularmente nas mais prestigiadas galerias e espaços culturais do Brasil.
As cores e as formas são os principais elementos nas pinturas da artista. Quando se pensa em obras de artistas célebres, é difícil não lembrar de criações a partir da figuração humana. Trabalhar com imagens que se referem a formas que existem no mundo real e ao mesmo tempo não figurar o mundo de forma realista, é uma prática para poucos. Raquel Reis faz parte de um selecto grupo de artistas que consegue inovar tendo como inspiração a figura humana. A proposta da artista alarga o conceito de retrato através de novos horizontes de representação do corpo, constitui um conflito entre o abstraccionismo e a figuração.
Raquel Reis nasceu no Rio de Janeiro, actualmente vive e trabalha em Nova Friburgo. A artista expõe regularmente nas mais prestigiadas galerias e espaços culturais do Brasil.
Inauguração: Sexta-Feira, 24 de Abril às 19:00
A exposição estará patente até 8 de Maio de 2009
Horário: 3ª a Sábado, 13:30 às 19:00
A exposição estará patente até 8 de Maio de 2009
Horário: 3ª a Sábado, 13:30 às 19:00
Colorida Galeria de Arte
Rua Costa do Castelo 63, Lisboa
Entrada pela Esc. do Marques de Ponte de Lima, 1A
Tel. 211 512 142
Metro: Martin Moniz - Eléctrico: 12
Rua Costa do Castelo 63, Lisboa
Entrada pela Esc. do Marques de Ponte de Lima, 1A
Tel. 211 512 142
Metro: Martin Moniz - Eléctrico: 12
Exposição individual de pintura de António Tavares
Convite da Galeria Caffé Finalmente Bar, de Viseu, para a exposição individual de pintura de António Tavares, a realizar de 22 de Abril a 15 de Maio
Assessoria a Artistas

Andrea Anholeto Produções inicia a partir do mês de abril com colaboração do crítico de arte Oscar D’Ambrosio
2 projetos para atender as necessidades dos artistas no foco comercial e artístico.
Período de contato aos interessados
14 a 24 de abril de 2009
Tel.: 3854 1689 / 5084 8079 / 9863 1000
Falar com Andrea Anholeto
PROJETO ASTROLÁBIO
Busca medir as possibilidades plásticas de um artista estar acima do horizonte.
Quem participa?
Artistas que buscam orientações sobre suas produções artísticas e a inserção no mercado de arte.
Como acontece?
Antes de iniciar o trabalho, o artista recebe uma visita do crítico de arte Oscar D’Ambrosio.
Se o artista ingressar no trabalho será acompanhando durante 4 meses pelo crítico de arte e pela empresa Andrea Anholeto Produções.
Serviços
- preparar o artista para a construção de um acervo de obras que apresentem uma identidade, construída a partir de pesquisas e orientação do crítico;
- orientar o artista na construção de materiais para apresentação e divulgação de seus trabalhos e de sua identidade:
e-mail marketing, portfólio, contrução de site, projetos de trabalho, etc
- ensinar caminhos para a busca de espaços para exposição de seus trabalhos;
- orientar o artista para a associação a importantes entidades de arte;
- orientar o artista sobre possíveis pontos comerciais para a comercialização de seus trabalhos;
- produzir uma exposição coletiva sob orientação do crítico de arte no final de 4 meses de trabalho.
Período
4 meses: maio, junho, julho e agosto , podendo ser renovado ao término de cada período.
Valor
Visita crítico de arte R$ 150,00
Obs.: a visita do crítico de arte não torna obrigatório o ingresso do artista no projeto.
Ingresso no projeto pelo período de 4 meses: R$ 390,00 mensais com cheques pré-datados e contrato assinado.
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PROJETO BÚSSOLA
Busca orientar o artista plástico a construir e mostrar o seu trabalho
Quem participa?
Artistas que já apresentam acervo pronto e buscam consignar seus trabalhos e aproximar-se de galerias de arte e escritórios de arquitetura, por intermédio de um profissional, assim como desenvolver projetos de exposição com acompanhamento de um crítico de arte.
Como acontece?
Antes de iniciar o trabalho, o artista recebe uma visita do crítico de arte Oscar D’Ambrosio.
Se o artista ingressar no trabalho será assessorado durante 4 meses pela empresa Andrea Anholeto Produções e pelo crítico de arte.
Serviços
- Identificar espaços (galerias de arte, escritórios de arquitetura e lojas) com perfil das obras do artista para consignação;
- Preparar portfólio do artista, com a seleção dos melhores trabalhos para apresentação;
- Divulgação do trabalho por e-mail mkt;
- Apresentação de relatórios dos comentários apresentados pelas galerias, arquitetos e lojas para avaliação do artista.
- Construção de projeto de exposição para a realização de exposição no final de 4 meses, sob orientação do crítico, num local de grande visibilidade.
Período
4 meses: maio, junho, julho e agosto, podendo ser renovado ao término de cada período.
Valor
Visita crítico de arte R$ 150,00
Obs.: a visita do crítico de arte não torna obrigatório o ingresso do artista no projeto.
Ingresso no projeto pelo período de 4 meses: R$ 580,00 mensais com cheques pré-datados.
Jantar Vínico


Na próxima quarta-feira 22 de Abril o ART CLUB em Oliveira de Azeméis leva a efeito em conjunto com a "Symington Family Estates", o II Jantar Vínico o qual contará com a presença de um Enólogo. NO decorrer do mesmo serão apresentados e servidos os diversos vinhos daquela empresa vinícola, desde o aperitivo até ao digestivo.
O Jantar é limitado ao número máximo de 40 pessoas e o preço por pessoa é de 25 euros e não 30 como por lapso é refrido no convite.
Exposição Sediment II, de Jakub Nepras

A Galeria Arthobler – Porto inaugura do Sábado, dia 18 de Abril, às 16.00 horas a exposição Sediment II, de Jakub Nepras.
A exposição estará patente ao público até 30 de Maio, podendo ser visitada de 3ª a Sábado, das 15.00 às 19.30 horas.
Jakub Nepras, nascido em Praga, República Checa, em 1981, e graduou-se pela Academia de Belas Artes. Estudou desenho figurativo, pintura, escultura, cerâmica, publicidade e gráficos computorizados, e técnicas de impressão de gravuras. Trabalha em Praga.
A Colecção Berardo integra uma colagem vídeo deste artista intitulada "Babylon Plant", que foi apresentada no Museu Colecção Berardo nas exposições “Caminhos Excêntricos” e “Não te posso ver nem pintado”.
A obra Generator p-730 foi seleccionada para o programa de vídeo do Transmediale.06, o festival de meios e culturas digitais baseado em Berlim. Nepras mostrou as suas obras em numerosas exposições colectivas, incluindo a Viper Basel, Suíça e a Artefiera Bologna (vencedor do prémio Euromobil 2007), sendo que Sediment II, na Galeria Arthobler – Porto, é a primeira exposição individual em Portugal.
A exposição Sediment II de Jakub Nepras representa um olhar complexo sobre o trabalho do autor nos últimos anos. O projecto compreende uma colecção de trabalhos independentes em diferentes meios. Uma selecção de projecções transparentes – imagens vídeo – sobre plexiglass e na parede representa “a desconstrução da memória“ – Cultures (2007). Uma vídeo-colagem intitulada Trip (2008) trabalha o movimento, apresenta motivos diversos em locomoção sobre corredores paralelos de deslocação, com aplicação de transposições fora de escala de elementos individuais. A música, a banda sonora, é igualmente um componente integrante deste trabalho. Generator - p730 (2005) evoca a ilusão do espaço citadino com base em imagens ampliadas de circuitos electrônicos e de pilhas, nas quais são projectadas gravações da vida quotidiana de cidades reais. Active sediment (2009) é um vídeo-objecto. Uma pedra escultural transforma-se numa superfície de projecção, um meio estático ganha vida através de uma gravação temporal dinâmica - o resultado é um banco de dados da memória reminiscente de um “fóssil fluído, vivo”. A exposição é acompanhada de várias impressões digitais, imagens trabalhadas em fotomontagem, e de desenhos que serviram de estudo a outros projectos e realizações.
Galeria Arthobler
Rua Miguel Bombarda, 624
4050-379 Porto
PORTUGAL
Telf.+351 22 6084448
info@arthobler.com
www.arthobler.com
"Um robô português em Nova Iorque"
Exposição de Leonel Moura
"Um robô português em Nova Iorque"
Inaugura
Quinta-feira, 9 de Abril, 18:30 horas
Palácio da Galeria
Museu Municipal de Tavira
A exposição reune 20 desenhos
realizados pelo robô RAP em Nova Iorque e São Paulo,
assim como duas peças com pequenos "robôs insectos".
É ainda apresentado o projecto do
"Grande Robotarium de Tavira"
equipamento apoiado pela Câmara de Tavira
que contará com um Robotarium de grandes dimensões,
um Hospital para robôs, um pequeno Museu de robótica, laboratório,
cafetaria e serviços.
"Um robô português em Nova Iorque"
Inaugura
Quinta-feira, 9 de Abril, 18:30 horas
Palácio da Galeria
Museu Municipal de Tavira
A exposição reune 20 desenhos
realizados pelo robô RAP em Nova Iorque e São Paulo,
assim como duas peças com pequenos "robôs insectos".
É ainda apresentado o projecto do
"Grande Robotarium de Tavira"
equipamento apoiado pela Câmara de Tavira
que contará com um Robotarium de grandes dimensões,
um Hospital para robôs, um pequeno Museu de robótica, laboratório,
cafetaria e serviços.
"EVERYDAY STORIES" do artista italiano Corrado D'Angelo e "DESPEDIDA" da artista Carola Montolo

Desta feita a COLORIDA apresenta-nos duas exposições de fotografia com âmbitos bem diferentes, a não perder!"EVERYDAY STORIES"
do artista italiano Corrado D'Angelo
e
"DESPEDIDA"
da artista Carola Montolo
Inauguração marcada para o dia 11 de Abril, pelas 19:00H e estará patente até 24 de Abril de 2009.
GRUPO ARTEAPARTE

SOBRE O GRUPO ARTEAPARTE
O Grupo arteàparte é formado por três profissionais de diferentes segmentos artísticos: Andrea Anholeto, Fernanda Victorello e Vera Homsi. Apresenta trabalhos que identificam as integrantes, sob a forma de acessórios, explorando os mais diversos tipos de materiais, entre eles a resina, metais nobres e tecidos.
Como conseqüência, esculturas figurativas e abstratas se tornam pingentes, anéis, brincos e pulseiras;os desenhos e painéis, se tornam estampas para os mais diversos tipos de peças feitas em tecido.
A transposição das obras para peças de uso no dia-a-dia é o foco deste grupo que busca outra utilização para as idéias que até então ocupavam apenas o âmbito contemplativo.
SOBRE AS ARTISTAS
Andrea Anholeto
A escultora Andrea Anholeto tem como ponto de partida para sua série de pingentes escultóricos o uso de círculos e esferas , utilizando-se de múltiplas possibilidades de criação: sobreposições, vazados, repetição de formas e recortes.
Os pingentes em alumínio, bronze ou resina são concebidos a partir de peças do acervo da escultora.
O conceito associado a essas formas é de um eterno recomeçar, em que não há um ponto inicial ou um final, mas a dedicação a um contínuo e infinito fazer.
FernandaVictorello
Partindo do conhecimento adquirido por meio das artes gráficas e estamparia, Fernanda escolheu a ilustração como foco para o desenvolvimento de acessórios
em tecido, porém, não se limitou a sua aplicação pura e simples, estendendo seu conhecimento para a criação de formas próprias, exclusivas e elegantes. Suas criações espelham o resultado da fusão entre ilustração e forma aplicados às mais variadas peças que apresentam cores harmoniosamente combinadas.
VeraHomsi
Assim como na escultura, a designer Vera Homsi, passa para suas jóias a paixão pela arte. Apresenta peças exclusivas contemporâneas com destaque nas formas escultóricas trazendo personalidade para quem as usa, traduzindo um estilo pessoal. Busca ousadia, descontração e elegância que se transformam no simples sofisticado. Inspira-se nas suas obras e no manuseio com metais nobres e gemas.
Cria formas como meio de visão e expressão e aliada a estas percepções, transmite sentimentos e arte para alguém especial.
ORGANIZAÇÃO
Andrea Anholeto Produções
APOIO
Pobre Juan Higienópilis
São Paulo Noir
São Paulo Noir
Vernissage - 16 de Abril de 2009 às 19h
De 16 de abril à 30 de Abril de 2009
De 2° à 6° - das 10h às 20h
Sábados - das 10h às 18h
Galeria Romero Britto
Rua Oscar Freire, 562 - Jardins - São Paulo SP
Vernissage - 16 de Abril de 2009 às 19h
De 16 de abril à 30 de Abril de 2009
De 2° à 6° - das 10h às 20h
Sábados - das 10h às 18h
Galeria Romero Britto
Rua Oscar Freire, 562 - Jardins - São Paulo SP
Exposição do artista Onofre Varela

Na próxima sexta-feira pelas 21h00 o Art Club inaugura uma exposição do artista "Onofre Varela". Trata-se de uma mostra de CARTOONS de autoria de ONOFRE VARELA, o qual aceder ao nosso convite para expor no ART CLUB. Assim, convidamos os nossos clientes a amigos a associarem-se a este momento, que terá lugar no próxio dia 03 - sexta-feira pelas 21h00.
Pelas 22h00 o Art Club oferece momentos de música ao vivo com o duo C&D.
Onofre Varela
Nasceu no Porto em 1944, estudou pintura e exerceu a actividade de desenhador gráfico em litografia e agências de publicidade, antes de abraçar a carreira de jornalista (na área do cartoon), em 1970, no jornal O Primeiro de Janeiro. Colaborou com a RTP desenhando em directo a informação meteorológica no programa Ás Dez e animando espaços infantis. Foi caricaturista e ilustrador principal no Jornal de Notícias, onde também escreveu artigos de opinião, crónicas e entrevistas. Premiado em Portugal e no estrangeiro nas áreas da caricatura e da criação de logótipos, expôs os seus trabalhos satíricos em Portugal, Espanha, França, Turquia, Macau e Brasil.
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